domingo, 30 de maio de 2010

UMA OPINIÃO

Há um assunto (a religião católica, ou mais concretamente a Igreja), que evito referir numa abordagem irónica por respeito para com as pessoas que acreditam; sobretudo pelas que só acreditam e se demitem, consciente ou inconscientemente, de uma análise critica ao que lhes é dito em cada sermão.
(E nem mesmo “a sério” é meu hábito fazê-lo).
Todavia há sempre uma vez em que tenho vontade de falar e essa vez é hoje, a propósito da intervenção do Patriarca de Lisboa, afirmando que o PR não deveria ter promulgado a lei sobre os casamentos homossexuais.
Devo dizer que eu não votaria num referendo, sobre este assunto. Entendo que cada um ou cada uma, deve casar com quem entender. É um assunto que respeita aos próprios. Ponto! E se é a palavra “casar” que está no engulho da Igreja, então chamem-lhe contrato de união, de núpcias, ou de outra qualquer definição. Para todos o efeitos é um casamento.
Dizia: a Igreja não aceita que a sociedade civil interfira e/ou critique o comportamento dos seus elementos e dos seus comportamentos.
Porém acha-se no direito de intervir nessa mesma sociedade civil. Ainda que esta intervenção se projecte sobre cidadãos que não são católicos e que são cristãos só porque foram baptizados quando ainda bebés. Com essas opiniões e pensamentos acho que querem afastar das práticas religiosas homossexuais católicos. Porque também os há! Se vivêssemos uns 5 séculos atrás haveriam fogueiras nos pelourinhos?

terça-feira, 18 de maio de 2010

missão cumprida :p


O prometido é devido...diz lá que esta neve não é super gira, hein?
eheheh
Beijokas :)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

miúdas giras 2



ehehehehehehehehe
Beijoka :)

MIÚDAS GIRAS

Há muitas miúdas giras! Muuuuuuitas! Mas nem todas são giras para todos. O mais difícil mesmo é adivinharmos que uma miúda é gira. Resta-nos acreditar que é gira, e pronto! E eu acredito! Mas uma imagem continua a valer por mil palavras, né? Até porque ainda estou à espera de ver uma fotos da neve holandesa. Promessas...
E a propósito de miúdass giras, hoje li que a Daniela Ruah está na lista de uma revista americana como a 88ª mais bela do mundo. Daquela lista, evidentemente!
Porque outras há que mereceriam lá estar. Pelo menos uma que eu sei... :)))

ÍNDIAS-ARTESANATO PINTADO


Para que "a clientela" não fique defraudada nas suas legítimas expectativas, cá estão as tais indias.
Porque pretendemos visitantes satisfeitos.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

SEMANA RICA

Esta tem sido uma semana fértil em acontecimentos. E têm sido tão marcantes que nem sei qual destacar.
Ora bem, vamos lá ver:
1-O Benfica confirmou o que se esperava: é o CAMPEÃO 2009/2010!
2-O TGV vai existir. (estou que nem posso, só de pensar o tempo que ainda falta para eu ir a Madrid em grande velocidade).
3-Um deputado gamou dois mini-gravadores a jornalistas, para proteger o seu (dele deputado) bom nome.
4-O presidente do grupo parlamentar do PS apressou-se a demonstrar apoio ao colega, o tal que gamou, afirmando que os jornalistas "às vezes exageram".
5-Um polícia, porque estava sózinho, teve que fechar a esquadra para ir socorrer uns colegas que andavam aos tiros.
6-Meio país está oficialmente autorizado a baldar-se ao trabalho, e o outro meio está a pensar converter-se.
7-O papa cumpriu a promessa de vir a Fátima se o Benfica fosse campeão.
Meia dúzia! Já é qualquer coisa.

domingo, 2 de maio de 2010

GOSTO de ESCREVER!


Perguntam-me:
-Porque escreves?
-Pois gosto…
-Mas para quê? Achas que alguém lê o que escreves?
-Não sei, mas eu escrevo porque gosto de escrever. Se lêem ou não, se gostam ou não, isso já me ultrapassa. Mas não abdico do prazer que me dá encher de letras uma página, seja uma folha de papel ou outro qualquer material de suporte gráfico.
Quando escrevo, escrevo sobre algo ou alguma coisa que imagino, ou que tenha visto, ou conjugando as duas.
E no que escrevo está a minha forma de sentir, do sentir dessas coisas imaginadas, vividas, ou ambas.
A minha maior limitação vê-se na forma e não no conteúdo.
Mas também nos conteúdos.
Se não faço melhor é porque não sei.
Ou porque não aprendi mais, o que vai dar no mesmo: não sei!
É a minha teimosia e também o prazer que me dá a escrita, o que me “arrasta e empurra” para continuar a fazê-lo.