Há um assunto (a religião católica, ou mais concretamente a Igreja), que evito referir numa abordagem irónica por respeito para com as pessoas que acreditam; sobretudo pelas que só acreditam e se demitem, consciente ou inconscientemente, de uma análise critica ao que lhes é dito em cada sermão.
(E nem mesmo “a sério” é meu hábito fazê-lo).
Todavia há sempre uma vez em que tenho vontade de falar e essa vez é hoje, a propósito da intervenção do Patriarca de Lisboa, afirmando que o PR não deveria ter promulgado a lei sobre os casamentos homossexuais.
Devo dizer que eu não votaria num referendo, sobre este assunto. Entendo que cada um ou cada uma, deve casar com quem entender. É um assunto que respeita aos próprios. Ponto! E se é a palavra “casar” que está no engulho da Igreja, então chamem-lhe contrato de união, de núpcias, ou de outra qualquer definição. Para todos o efeitos é um casamento.
Dizia: a Igreja não aceita que a sociedade civil interfira e/ou critique o comportamento dos seus elementos e dos seus comportamentos.
Porém acha-se no direito de intervir nessa mesma sociedade civil. Ainda que esta intervenção se projecte sobre cidadãos que não são católicos e que são cristãos só porque foram baptizados quando ainda bebés. Com essas opiniões e pensamentos acho que querem afastar das práticas religiosas homossexuais católicos. Porque também os há! Se vivêssemos uns 5 séculos atrás haveriam fogueiras nos pelourinhos?
Todavia há sempre uma vez em que tenho vontade de falar e essa vez é hoje, a propósito da intervenção do Patriarca de Lisboa, afirmando que o PR não deveria ter promulgado a lei sobre os casamentos homossexuais.
Devo dizer que eu não votaria num referendo, sobre este assunto. Entendo que cada um ou cada uma, deve casar com quem entender. É um assunto que respeita aos próprios. Ponto! E se é a palavra “casar” que está no engulho da Igreja, então chamem-lhe contrato de união, de núpcias, ou de outra qualquer definição. Para todos o efeitos é um casamento.
Dizia: a Igreja não aceita que a sociedade civil interfira e/ou critique o comportamento dos seus elementos e dos seus comportamentos.
Porém acha-se no direito de intervir nessa mesma sociedade civil. Ainda que esta intervenção se projecte sobre cidadãos que não são católicos e que são cristãos só porque foram baptizados quando ainda bebés. Com essas opiniões e pensamentos acho que querem afastar das práticas religiosas homossexuais católicos. Porque também os há! Se vivêssemos uns 5 séculos atrás haveriam fogueiras nos pelourinhos?
