O trânsito era cada vez menos intenso. A noite ia ficando cada vez mais fria e a vontade de comer qualquer coisa cada vez se manifestava mais.
Encontrei aberta, uma tasca. Depois de uma omeleta de presunto, batatas fritas na hora e dois copos de vinho tinto “lá da terra” restava-me arranjar um local para passar a noite. O tasqueiro o melhor que “tinha” para oferecer era a estação de comboios, situada a uns quinhentos metros (afinal eram quase dois kilómetros), que estava aberta toda a noite.
-Diga ao chefe que é meu amigo, recomendou-me!
Abastecido com uma garrafa de cerveja, um quarto de pão caseiro e algumas fatias de presunto, tudo oferta da mulher do tasqueiro, lá fui.
O chefe, que também vendia os bilhetes e manobrava electronicamente as agulhas, olhou-me desconfiado sem me saber recomendado pelo tasqueiro; esclarecido que foi acabou-se-lhe as desconfianças e sabendo da minha necessidade logo me colocou à disposição a sala de espera onde um enorme sofá me acolheu de braços abertos. Devido à sua adiantada idade, um deles até mais aberto que o outro…
O chefe, atencioso, apareceu-me com um cobertor para me proteger do frio da noite. Aceitei! Receando no entanto correr o risco de apanhar uma pneumonia devido às correntes de ar que poderiam ocorrer pela quantidade de buracos que o cobertor mostrava.
Resolvida que estava a primeira noite, embrulhei-me nos buracos do cobertor, deitei-me no sofá e sem dificuldades adormeci rapidamente.
Encontrei aberta, uma tasca. Depois de uma omeleta de presunto, batatas fritas na hora e dois copos de vinho tinto “lá da terra” restava-me arranjar um local para passar a noite. O tasqueiro o melhor que “tinha” para oferecer era a estação de comboios, situada a uns quinhentos metros (afinal eram quase dois kilómetros), que estava aberta toda a noite.
-Diga ao chefe que é meu amigo, recomendou-me!
Abastecido com uma garrafa de cerveja, um quarto de pão caseiro e algumas fatias de presunto, tudo oferta da mulher do tasqueiro, lá fui.
O chefe, que também vendia os bilhetes e manobrava electronicamente as agulhas, olhou-me desconfiado sem me saber recomendado pelo tasqueiro; esclarecido que foi acabou-se-lhe as desconfianças e sabendo da minha necessidade logo me colocou à disposição a sala de espera onde um enorme sofá me acolheu de braços abertos. Devido à sua adiantada idade, um deles até mais aberto que o outro…
O chefe, atencioso, apareceu-me com um cobertor para me proteger do frio da noite. Aceitei! Receando no entanto correr o risco de apanhar uma pneumonia devido às correntes de ar que poderiam ocorrer pela quantidade de buracos que o cobertor mostrava.
Resolvida que estava a primeira noite, embrulhei-me nos buracos do cobertor, deitei-me no sofá e sem dificuldades adormeci rapidamente.
(a continuar)