domingo, 30 de maio de 2010

UMA OPINIÃO

Há um assunto (a religião católica, ou mais concretamente a Igreja), que evito referir numa abordagem irónica por respeito para com as pessoas que acreditam; sobretudo pelas que só acreditam e se demitem, consciente ou inconscientemente, de uma análise critica ao que lhes é dito em cada sermão.
(E nem mesmo “a sério” é meu hábito fazê-lo).
Todavia há sempre uma vez em que tenho vontade de falar e essa vez é hoje, a propósito da intervenção do Patriarca de Lisboa, afirmando que o PR não deveria ter promulgado a lei sobre os casamentos homossexuais.
Devo dizer que eu não votaria num referendo, sobre este assunto. Entendo que cada um ou cada uma, deve casar com quem entender. É um assunto que respeita aos próprios. Ponto! E se é a palavra “casar” que está no engulho da Igreja, então chamem-lhe contrato de união, de núpcias, ou de outra qualquer definição. Para todos o efeitos é um casamento.
Dizia: a Igreja não aceita que a sociedade civil interfira e/ou critique o comportamento dos seus elementos e dos seus comportamentos.
Porém acha-se no direito de intervir nessa mesma sociedade civil. Ainda que esta intervenção se projecte sobre cidadãos que não são católicos e que são cristãos só porque foram baptizados quando ainda bebés. Com essas opiniões e pensamentos acho que querem afastar das práticas religiosas homossexuais católicos. Porque também os há! Se vivêssemos uns 5 séculos atrás haveriam fogueiras nos pelourinhos?

2 comentários:

kuak disse...

Aqui apetece-me dizer:
"Pergunta o roto ao nu...-Porque não te vestes tu?"

Também não votaria num referendo sobre este tema da mesma maneira que não votei no do aborto...

Não discuto a igreja tal como não discuto o "casamento" entre duas pessoas do mesmo sexo...não estou a favor e também não estou contra...que façam o que quiserem...

Beijokas :)

nck disse...

eheh usaste a expressão" roto", vem mesmo a propósito eheh

Não vos digo a minha opinião, pq num me apetece escrever muito.

saudações conservadoras

nck